A Música
A música constitui-se basicamente de uma sucessão de sons e silêncio organizada ao longo do tempo. É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Atualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, à música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função.
A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapêutica (musico terapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos e festas.
Sertanejo Universitário

Foi-se o tempo em que sertanejo era sinônimo de “cornos” e mal amados. A música sertaneja contemporânea possui um quê bem mais alegre e divertido, num estilo (quase) igual ao das micaretas que acontecem pelo país.
Assim como ocorreu nos últimos anos com o forró e o pagode, o novo jeito de tocar o que era tido como “música caipira” tirou do gênero o preconceito existente e hoje, ele toma conta de festas agitadas e cheias de gente jovem e bonita.
Muito mais despojados e “vendendo pegação”, as duplas da atualidade vêm conquistando um público extremamente diversificado e particular que abrange desde os tradicionais (que gostam das canções típicas de raiz) até os grupinhos que só freqüentavam “casas da moda” onde pop e música eletrônica prevaleciam.
Cativando pessoas de classe média alta, os precursores do movimento (ao contrário do que muitos pensam) não foram César Menotti & Fabiano, mas sim João Bosco & Vinícius.
Comumente, parcerias inimagináveis estão surgindo no cenário e acredite: hoje em dia – num tom completamente oposto do antes predominantemente bucólico – até grupos de pagode e axé dividem os palcos com os chamados sertanejos universitários.
Não mais restrita às pequenas cidades, a country music é disseminada ainda (aparentemente) de maneira tímida em alguns estados, mas casas como Villa Country e Estância Alto da Serra – ambas de São Paulo – há anos lutam para que esse “boom” aconteça.
Foi com a disseminação do sertanejo universitário que João Neto & Frederico, Victor & Léo, Jorge & Mateus, Fernando & Sorocaba e os mais novos do meio Tom & Arnaldo, puderam apresentar shows para milhares de pessoas pelos quatro cantos do Brasil.
Goiânia (GO) e Campo Grande (MS), por tradição, são grandes adeptos de vertentes dos “movimentos do sertão”, por isso é só esperar: aquilo que começa a tocar hoje por lá, certamente chegará – em breve – às outras capitais.
Rock

Judas Priest encabeça o “Sweden Rock Festival” de 2008.
O Rock and roll surgiu nos Estados Unidos da América no final da anos 1940 e início da década de 1950 e rapidamente se espalhou para o resto do mundo. Suas origens imediatas remontam em uma mistura entre vários gêneros musicais populares naquele momento, incluindo o rhythm and blues, a gospel music, o country e o western. Em 1951, na cidade de Cleveland (no Estado do Ohio), o discotecário Alan Freed começou a tocar rhythm and blues para uma platéia multirracial e a ele é creditado a primeira utilização da expressão “rock and roll” para descrever a música.
A década de 1950 assistiu ao crescimento da popularidade da guitarra elétrica e o desenvolvimento de um estilo de rock and roll especificamente tocado por expoentes tais como Berry, Link Wray e Scotty Moore. Também viu grandes avanços na tecnologia de gravação, como a gravação multi-faixas desenvolvida por Les Paul e o tratamento eletrônico de sons por produtores musicais inovadores como Joe Meek. Todos estes avanços foram fundamentais para a influência do rock posteriormente.
Os efeitos sociais do rock and roll foram massivos e mundiais. Muito além de um simples estilo musical, o rock and roll influenciou estilos de vida, moda, atitudes e linguagem. Alguns acreditam que o novo gênero pôde ter ajudado a causa do movimento dos direitos civis nos EUA, porque tanto jovens brancos quanto negros apreciavam a nova música. No entanto, até o início da década de 1960, grande parte do impulso inicial musical e do radicalismo social do rock and roll tinha se dissipado, com o crescimento de ídolos teen, uma ênfase nas danças frenéticas e o desenvolvimento de uma leve música pop adolescente.
Participantes:


Muito interessante, saber que “Alan Freed” que popularizou o termo “rock and roll”. Gosto de vários seguimentos da raiz do “rock and roll” e não tinha e conhecimento ou interesse de saber a origem do termo.
Gostei da pesquisa, esta bem diversificada , do Sertanejo ao Rock.
E o vídeo muito 10 essa versão de Boate Azul.
Muito interessante, saber que “Alan Freed” que popularizou o termo “rock and roll”. Gosto de vários seguimentos da raiz do “rock and roll” e não tinha e conhecimento ou interesse de saber a origem do termo.
Gostei da pesquisa, esta bem diversificada , do Sertanejo ao Rock.
E o vídeo muito 10 essa versão de Boate Azul.